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CESTE E BIODIVERSIDADE: MONITORAMENTO DA FAUNA

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CESTE E BIODIVERSIDADE: MONITORAMENTO DA FAUNA

No dia 22 de setembro é comemorado o Dia da Defesa da Fauna, o Brasil possui uma das maiores biodiversidades em fauna e flora do planeta.

O Monitoramento da Fauna realizado pela Usina Hidrelétrica de Estreito já identificou mais de 628 espécies na região em mais de 4 anos de monitoramento. Dentre as diversas espécies monitoradas, foi o Bugio das mãos ruivas (Alouatta Belzebul) e Arara-Azul –Grande (Anodorhynchus hyacinthinus).

 Um presente para o CESTE, foi a retirada da Arara-Azul-Grande da lista de espécies ameaçadas de extinção em 2014, ano este que o projeto ganhou o XIII Prêmio LIF (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) com o reconhecimento pela Câmara e Comércio Brasil-França.

O programa de preservação e monitoramento da Arara-Azul-Grande visou assegurar a sobrevivência da população desta espécie ameaçada de extinção e contribuiu para um importante aumento populacional destas aves, passando de 84 indivíduos na época preenchimento do reservatório da usina, para 244 indivíduos na etapa final do monitoramento, além do aumento, também há registro de ninhos nos paredões de arenito na área de abrangência da Usina Hidrelétrica Estreito.

O programa de monitoramento do Alouatta Belzebul visou analisar a distribuição, composição dos fragmentos vegetais remanescentes, as possibilidades de fluxo dos primatas entre os mesmos e a dinâmica de ocupação espacial das populações, definir a dinâmica populacional da espécie na região, com ênfase ao manejo futuro de grupos isolados e obter dados sobre área de vida e hábitos alimentares.

 Além disso, também foi possível, baseado na coleta de fezes e identificação de sementes e plantas, confirmar as guildas folívora e frugívora para os animais na região.

 As informações levantadas por meio destas atividades possibilitaram maior entendimento da dinâmica dessa espécie, importante dispersora de sementes, com inclusive a publicação de artigo científico no Boletim da Sociedade Brasileira de Mastozoologia, intitulado “Ecologia alimentar e dispersão de sementes por guariba-de-mãos ruivas (Alouatta belzebul Linnaeus, 1766) à margem esquerda do Rio Tocantins, Brasil” (SAGNORI, M. D. et al, 2019).

Atualmente o CESTE realiza o monitoramento de Botos (Inia geoffrensis), Tartaruga da Amazônia (Podocnemis expansa) e Tracajá (Podocnemis unifilis): Mais de 159 botos foram avistados durante o Monitoramento;

  • Mais de 1.392 tracajás manejados para o berçário e soltos de 2012 a 2019;
  • Mais de 2.385 tartarugas da Amazônia manejados para o berçário e soltos de 2012 a 2019.

Os dados de monitoramento da Fauna contribuíram para a elaboração do livro Guia de

Campo, em que são apresentadas todas as espécies encontradas na região.

 

 

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